24 de novembro de 2012

A fotografia da alma de Karin Fischer


Tudo começou com uma intervenção cirúrgica num hospital de Frankfurt Alemanha. A paciente faleceu sobre uma mesa de operações, mas o insólito do caso viria dias mais tarde, quando uma das fotos tomadas durante a operação revelou a existência do espírito da mulher. Tudo isto, pegou por surpresa a pesquisadores e céticos, já que a foto existe e muitos puderam vê-la. 

Quando Karin Fischer, uma dona de casa alemã de 32 anos, foi internada no hospital Frankfurt para submeter-se a uma operação, estava muito longe de imaginar a surpresa e as conseqüências que traria sua estadia na sala de operações. De fato, também não suspeitava que fossem seus últimos momentos de vida. A intervenção a que ia submeter-se, ainda que não fosse simples, também não era de alto risco; iam corrigir-lhe umas válvulas defeituosas que tinha implantada no coração. Mas algo saiu mal e uma série de complicações fez com que seu coração deixasse de bater depois de quarenta e cinco minutos do início da operação. Nos controles, o monitor cardíaco assinalava o estado de morte com uma linha reta que percorria a tela. Nenhuma das doze pessoas da equipe viu nada do que revelava a fotografia. 

No momento de seu falecimento, Karin se encontrava rodeada de doze pessoas, todos eles membros da equipe de cardiologia: médicos, técnicos e enfermeiras comprovaram como todos os esforços para tentar reavivá-la eram inúteis. O professor Peter Valentín, diretor do Departamento de Divulgação Didática do hospital também estava na sala de operações. Naquela ocasião sua tarefa consistia em manejar uma câmara de fotos. É muito freqüente que, durante as intervenções, que se fotografe, ou se filme o trabalho dos cirurgiões; a fotografia ou filme é utilizado depois, para a divulgação científica, os arquivos médicos e, sobretudo, para as classes universitárias na faculdade de Medicina. 

Também foi o professor Valentín quem, poucos dias depois, após recolher o carretel do filme no laboratório e ver as cópias, não pôde conter sua surpresa. Uma das fotografias mostrava, com toda clareza, como uma forma humana, difusa e transparente, elevava-se para o teto com os braços abertos. Era a foto de um espírito e além disso, estava saindo do corpo da falecida! O Papa JOÃO PAULO II recebeu uma cópia e os pesquisadores do Vaticano a estão analisando.


24 de outubro de 2012

A misteriosa vida de Shanti

Em 1930 uma indiana de quatro anos disse que já tinha vivido em um lugar chamado Muttra, que ela foi uma mãe de três filhos e que morreu dando a luz. Seu nome “anterior” havia sido Ludgi.
Como ela insistia na história, os pais de Shanti investigaram tudo e descobriram que realmente há uma vila chamada Muttra e que, recentemente, uma mulher chamada Ludgi havia morrido lá.
Eles levaram Shanti ao local e ela começou a falar no dialeto da região, reconheceu seu ex-marido e seus filhos e confirmou alguns fatos que só Ludgi saberia. Reencarnação?


O Andarilho das Estrelas


No ano de 1913, foram contrabandeados das muralhas da penitenciária de San Quentin, Califórnia, os escritos de um ex-detento, que cumpriu pena por 8 (oito) anos, sendo 5 (cinco) longos anos na solitária, onde passava a maior parte do tempo preso à camisa-de-força, e, após este longo período, veio a ser enforcado.
Seu nome era Danell Standing. Danell era professor de Agronomia, na Escola de Agricultura da Universidade da Califórnia. Foi apanhado em flagrante sob a acusação de assassinato do Professor Harkell, num dos laboratórios da Mineração.
Na prisão, sofreu todo o tipo de perseguições e torturas, até que na solitária, preso em uma camisa-de-força, fraco e cheio de dores, aprendeu a controlar sua agonia e sofrimento por meio da auto-hipnose, um método que aprendeu dentro da própria prisão.
Através da auto-hipnose, Danell Standing não só permanecia num estado de aparente "coma", como os médicos da prisão relataram, mas aprendeu o que os parapsicólogos chamam de desdobramento, ou segundo os místicos, viagem astral. Por meio deste estado induzido, Danell foi capaz de "vivenciar" ou "lembrar" suas encarnações passadas.
Em suas memórias, dentre todas as encarnações descritas, uma em especial, chama a atenção. Em seus relatos, Danell descreve uma existência anterior como um marinheiro americano, de nome Daniel Foss. Ele conta que partiu do porto da Filadélfia em 1809, com destino às Ilhas da Amizade.
Seu navio naufragou a 25 de novembro de 1809. Ele foi o único sobrevivente, e viveu 8 anos isolado numa ilha se alimentando somente de carne de foca, até ser resgatado. Em seu poder, havia um canivete e um remo, no qual talhava com um marco, o fim de cada semana que ali passava. Neste remo, talhou também, segundo Danell, os seguintes dizeres:

"Serve esta para informar à pessoa em cujas mãos este Remo vier a cair que DANIEL
FOSS, natural de Elkton, Maryland, um dos Estados Unidos da América do Norte, e
que zarpou do porto da Filadélfia em 1809 a bordo do brigue NEGOTIATOR rumo às
Ilhas da Amizade, foi lançado nesta ilha  desolada em fevereiro do ano seguinte e ali
erigiu uma cabana e viveu inúmeros anos, subsistindo com carne de foca – sendo ele
o último sobrevivente da tripulação do dito brigue, que colidiu com uma ilha de gelo e
naufragou aos 25 de novembro de 1809.

Danell Standing, após a "lembrança" (por meio dos desdobramentos ou viagens astrais) desta vida, conseguiu, por intermédio do encarregado-chefe da prisão, o qual havia sido também prisioneiro e seu ex-vizinho de cela na solitária, enviar uma carta ao curador do Museu da Filadélfia, argüindo sobre o remo em questão, pois quando salvo, em sua outra encarnação, doou o remo ao Museu.
A resposta do curador segue transcrita abaixo:
É verdade que existe aqui um remo como V.Sa. descreveu. Mas poucas pessoas sabem de sua existência pois ele não está em exibição ao público.
Na verdade, e já ocupo este cargo há dezoito anos, eu próprio não sabia de sua existência. Mas, consultando nossos antigos registros,descobri que tal remo foi-nos doado por um certo Daniel Foss, de Elkton, Maryland, no ano de 1821.
Não foi senão depois de longa busca que encontramos o remo, numa sala de madeirames diversos num sótão em desuso. As chanfraduras e o relato estão entalhados no remo, exatamente do modo descrito por V.Sa..
Está também em nossos arquivos um livreto, doado na mesma época, escrito pelo dito Daniel Foss e impresso em Boston pela firma N. Coverly, Jr.Esse livreto descreve oito anos da vida de um náufrago numa ilha deserta. É evidente que esse marinheiro, em sua velhice e passando necessidades, fez circular o dito livreto entre as almas caridosas.
Tenho muita curiosidade em saber como V.Sa. tomou conhecimento desse remo, cuja existência nós, do Museu, ignorávamos. Estarei correto em presumir que V.Sa. teria lido esse relato em algum documento posteriormente publicado por esse Daniel Foss? Terei a maior informação em receber quaisquer informações sobre o assunto e comunico a V.Sa. que estou tomando providências imediatas para recolocar o remo e o livreto em exibição.
Sem mais, firmo-me mui atenciosamente,

Hosea Salsburt

Fonte: "O Andarilho das Estrelas", de Jack London, Ed. Axis Mundi

15 de outubro de 2012

Com a sogra, Lampião não criava caso


Nem precisa ser muito macho pra sair por aí falando mal da sogra. Mas Lampião, que é Lampião não podia reclamar da sua. Pra começar, foi ela quem estimulou a filha a ter um romance com o rei do cangaço. Os bandoleiros passaram pela fazenda da família e dona Déa imaginou que Maria Bonita, então aos 18 anos, seria feliz ao lado da lenda viva. Detalhe: a jovem já era casada com um sapateiro. 

Há quem diga que a sogra ainda quebrou outro galho para o cabra: assumiu um filho do casal de cangaceiros. Maria Bonita tinha dois irmãos gêmeos mais novos – Ananias e Arlindo. Mas apenas um deles seria realmente seu irmão. O outro era cria sua, assumida pela avó depois que as duas embarrigaram ao mesmo tempo. Os rebentos de grupos de cangaceiros costumavam ser deixados com fazendeiros ou padres, e essa teria sido uma solução para não entregar o bebê do casal mais famosos do cangaço a qualquer um.

Ananias, 79 anos, morreu em setembro de 2009 em São Paulo. Em visita a Bahia três anos antes, os familiares lhe falaram sobre o grau de parentesco trocado. Ainda não se tem prova porque a única descendente direta reconhecida por Virgulino, Expedita, não fez o exame de DNA. Outro genro de dona Déa revela na sua biografia, Reminiscências de um Ex-Combatente de Volante, o segredo da sogra. Segundo José Mutti, com muita insistência, Déa confessou, sobre o gêmeo de pele mais escura: “É filho do homem.” 

Escrito por Natália Pesciotta