18 de fevereiro de 2017

Estórias que a Bíblia não relata...



Considerando o fato de que a Bíblia Cristã é o livro mais popular na história da humanidade, é surpreendente o quão pouco as pessoas sabem sobre o seu conteúdo. Ou talvez não – a Bíblia traz uma série de textos que podem ser complicados para muitas pessoas entenderem. Isso também se agrava pois o livro é um compilado que foi escrito ao longo de milhares de anos.
Muitas pessoas associam histórias e personagens pessoas com os textos presentes na Bíblia o acaba muitas vezes sendo errado. Existem 5 fatos que muitas pessoas acreditam que estão relatados na bíblia mas não estão. Conheça o primeiro deles: o que diz que Sodoma e Gomorra foram destruídas devido a homossexualidade


Se você pedir para alguém para apontar uma parte da Bíblia onde Deus condena especificamente a homossexualidade, eles estão propensos a encaminhá-lo para Gênesis 19, a história de Sodoma e Gomorra. A história diz basicamente que Deus destruiu as duas cidades devido à crueldade desenfreada de seus habitantes, não devido a homossexualidade, e enviou dois anjos para extrair Ló, o único cidadão ‘de bem’ e sua família antes que a ira de Deus caísse na cidade.
O maior pecado do povo de Sodoma foi que eles realmente odiava estrangeiros. Alguns escritos judaicos clássicos enfatizam os aspectos de crueldade e falta de hospitalidade com forasteiros. Uma tradição rabínica, exposta na Mishnah, afirma que os pecados de Sodoma estavam relacionados à ganância e ao apego excessivo à propriedade, e que são interpretados como sinais de falta de compaixão. Alguns textos rabínicos acusam os sodomitas de serem blasfemos e sanguinários. Outra tradição rabínica indica que Sodoma e Gomorra tratavam os visitantes de forma sádica os estuprando e amputando seus corpos.

Os sete pecados capitais


Mesmo quem nunca frequentou uma igreja, provavelmente já ouviu falar dos sete pecados capitais. Estes são supostamente os sete piores pecados que você pode cometer: gula, orgulho, luxúria, avareza, ira, preguiça, e inveja. Se você está folheando sua Bíblia procurando por eles, você não vai encontra-los lá. Os sete pecados não foram formulados pelos escritos bíblicos: eles foram realmente formulados pela Igreja católica medieval como uma maneira fácil de classificar todos os pecados. Eles foram criados pois o acesso a bíblia era exclusivo para membros da igreja.

Purgatório

O purgatório seria o castigo temporário das almas daqueles que morrem e não merecem ir para o inferno mas também não estão preparados para ir para o Reino dos céus. Tanto o purgatório quanto as indulgências (uma espécie de pagamento para receber as bençãos para ir para o reino dos céus) não são encontrados na Bíblia e quando foram implementadas, trouxeram más práticas em detrimento das verdades vigentes da Igreja Cristã. A existência do purgatório foi decidida durante o Concílio de Florença, em 1431, porque a Bíblia não especifica os ‘requisitos’ necessários para ir para o Céu.

A prostituta Maria Madalena

Maria Madalena originalmente conhecida como Maria de Magdala não era uma prostituta e não era a única mulher discípula em sua comitiva. No livro de Lucas, capítulo 8 é enumerado seus discípulos que incluem: Madalena, Joanna, mulher de Cuza e Susanna. A Igreja Católica medieval, decidiu que havia muitos personagens na Bíblia e que as pessoas ficariam muito confusas com todas as Marias que acompanhavam e eram discípulas de Jesus. Dito isso, foi feito um decreto oficial que se ocultou a presença da maioria das seguidoras de Jesus.

Satanás não é Lúcifer

Um dos problemas bíblicos “mais mortais” é o das traduções. Tendo passado por várias traduções até chegar na versão conhecida atualmente, é evidente que muitas modificações tenham acontecido; a maioria delas involuntariamente. Uma delas é a da confusão entre os termos Satanás, Diabo e Lúcifer.
Na íntegra, Satanás é um, Lúcifer é outro. Lúcifer seria o famoso Portador da Luz (do latim Lux fero), Eósforos e Héspero, o planeta Vênus em seus aspectos matutino e vespertino. Diabo significa “acusador”, do grego diabolos, e pode se referir genericamente a qualquer pessoa que acusa e se opõe a outra.
Já Satanás significa “adversário”. A Igreja Católica considera Lúcifer como Satanás, que seria um anjo que se rebelou contra Deus e foi expulso do Céu, apesar da Bíblia não ter sequer uma passagem que explicite isso. A passagem usada para justificar a ideia Satanás = Lúcifer é Isaías 14:12 : “Como caíste do céu, ó Lúcifer, tu que ao ponto do dia parecias tão brilhante?”.

Trata-se de uma passagem controversa, pois os judeus consideram essa a passagem sobre o desaparecimento da estrela Vênus diante da majestosidade do Sol como uma alusão à crença de que o Império Babilônico desapareceria diante do poder do Deus Yahweh, e a maioria dos cristãos considera a passagem como referente à queda física de um anjo, daí denominam Satanás como Lúcifer.

30 de abril de 2016

Uma história de amor e lealdade

                                                                   FOTO DE BOBBY

Os cães da raça Skye Terrier são oriundos da ilha de Skye e são conhecidos por sua lealdade e companheirismo.
Bobby, um cão Skye Terrier ainda novo, era o fiel companheiro de um polícial chamado John Gray. John e o cão converteram-se em amigos inseparáveis, estavam sempre juntos, especialmente à noite quando o Bobby não arredava do tapetinho ao pé da cama de John, notadamente durante a doença do seu dono, acometido de tuberculose. Esta cumplicidade perdurou até o ano de 1858, quando John morreu e foi enterrado no cemitério Greyfriars. Seu cãozinho acompanhou o féretro do seu dono até terminar seu sepultamento.

                                                                   Sepultura de Jonh Gray

A partir daquele dia, durante 14 anos, diariamente, Bobby dirigiu-se ao cemitério e permaneceu ao pé da sepultura de seu dono, durante a noite. Mesmo com chuva, frio e madrugadas nevadas, o fiel cãozinho nunca deixou de ir para perto do seu dono, nem a velhice, as doenças e a visão deficiente impediram-no de visitar o lugar que sabia guardar o que restava de John. E assim foi até sua própria morte em 1872. Bobby foi encontrado morto, deitado sobre o túmulo de John.

                                                                  O Túmulo de Bobby

Mas, onde ficava e o que fazia Bobby durante o dia, após a morte do seu dono? Ora, não lhe faltaram amigos e pessoas que o alimentassem, pois tornara-se um cãozinho famoso e querido devido à sua amizade e lealdade à memória de John. Além disso, o Castello de Edimburgo era um dos lugares favoritos de Bobby, resultando dessa sua preferência o surgimento de uma tradição que ligou o cãozinho ao Castelo de Edimburgo: trata-se do disparo de canhão que passara a ser dado diariamente às 13 hrs.
Conta a lenda que um capitão de marinha visitou Edimburgo em 1860. Quando voltou a seu lar, informou que tinha visto uma cidade maravilhosa, cheia de construções e monumentos esplêndidos, onde viviam homens sábios e belas mulheres. Tinha só um problema, ninguém sabia a hora correta do dia. Tinham suficientes relógios, mas nenhum deles indicava o mesmo horário.
Em 1861, a situação foi corrigida quando os servidores públicos da cidade decidiram que fosse feito um disparo de canhão todos os dias no castelo. Desse modo, todos os cidadãos poderiam ajustar seus relógios.
Ao mesmo tempo em que esta tradição começou, Bobby ficou amigo de um soldado nos quartéis do castelo, seu nome era Scott, que apresentou a Bobby a seus amigos e todos deram as boas-vindas ao novo camarada peludo. Uma das responsabilidades do sargento Scott era a de ajudar a disparar o canhão e Bobby sempre o seguia às rampas do castelo para ser testemunha da ação.
Imediatamente após o disparo, Bobby se dirigia a um restaurante chamado "The Eating House", onde o dono regularmente lhe dava o seu almoço.
Logo ele se converteu em uma atração diária. Uma multidão frequentemente reunia-se nas portas do cemitério ou do restaurante para esperá-lo. Bobby não perdia tempo com sua comida. Nem bem terminava, corria para o cemitério para se sentar pacientemente ao lado da sepultura de John Gray.
O cãozinho é uma parte querida da história de Edimburgo, sua coleira e seu prato são preservados na Casa Huntly, o museu dedicado à história da cidade.
Após a morte de John Gray, Bobby não tinha dono oficial. Era amado e regularmente alimentado pelas famílias e comerciantes situados ao redor do cemitério, mas ninguém tinha pago a sua licença, motivo pelo qual, mais dia menos dia, seria levado pela carrocinha.
O Sr. James Brown que cuidava do cemitério, contou como encontrou Bobby deitado sobre o túmulo, à manhã seguinte do enterro. Como era proibido a permanência de cães no cemitério, o Sr. Brown perseguia o cãozinho até tirá-lo dali, mas na manhã seguinte ele voltava. Uma e outra vez Bobby foi afugentado ate que o Sr, Brown ficou com pena e permitiu que ficasse.
Ainda nos dias de clima mais horrível, Bobby não abandonava sua posição, e com freqüência latia naqueles que tentavam convencê-lo de que ficasse em suas casas.
Felizmente para Bobby, o prefeito da cidade, Sir William Chambers era um amante dos cães. Como chefe do município, era um homem poderoso e quando o assunto da licença de Bobby surgiu, pediu para conhecer o cãozinho. Sir William ficou encantado com ele e decidiu pagar por sua licença indefinidamente. Ele deu uma coleira a Bobby, a que se encontra hoje no museu, e um prato de bronze com a seguinte inscrição: "Greyfriars Bobby do Prefeito, 1867, autorizado".
A área da cidade antiga por onde Bobby perambulava e agora se encontra sepultado, tem muitos exemplos de belos monumentos dos séculos XVII e XVIII.


Um ano após a morte de Bobby, a Baronesa Burdett Coutts mandou esculpir uma estátua e uma fonte para comemorar a vida de um cão devoto e a história de uma amizade que superou a morte. A estátua está a poucos passos do cemitério e atrás dela, há um pub que leva o nome do cãozinho em sua honra.

21 de abril de 2016

A casa que originou um processo


Stambovsky v. Ackley, vulgarmente conhecida como a "Decisão Ghostbusters", é um caso na Suprema Corte de Nova York, que considerou que uma casa, que o proprietário já havia anunciado ao público como assombrada por fantasmas, foi legalmente considerada assombrada, com o propósito de uma ação de rescisão interposta pelo comprador subsequente dessa propriedade.
Esse caso, pela sua originalidade, tem sido frequentemente impresso em livros sobre contratos e direito de propriedade e amplamente ensinado nas faculdades de direito dos EUA e é frequentemente citado por outros tribunais.
Em 1989, um homem chamado Jeffrey Stambovsky adquiriu uma casa em Nova Iorque que previamente havia sido ocupada por Helen Ackley e sua família, quem haviam relatado diversas histórias sobre a propriedade, inclusive chegando a ter os relatos publicados no Reader's Digest daqueles anos.
Stambovsky não se importava com as histórias e nem tampouco com os fantasmas que nunca viu, mas sua mulher estava aterrorizada, o que fez com que Stambovsky entrasse em um processo judicial contra Ackley para que devolvessem o dinheiro alegando representação fraudulenta. 
E de forma totalmente inesperada, os juízes do caso reconheceram a casa como um lugar paranormal, já que Ackley havia feito publicidade sobre o fato e inclusive havia ganhado dinheiro com isso, mas não indicou esse pequeno detalhe no anúncio de venda do imóvel, o que seria omissão de informação.

Postado por Everaldo José dos Santos

17 de abril de 2016

Getúlio teria sido assassinado?

Contrariando a historia oficial sobre a morte de Getúlio Vagas, em que se apresenta até carta de romance com o Brasil, que dizem que foi redigida pelo próprio Getúlio, que não mostra traços de depressão que é o principal motivo que leva ao suicídio, a amante de Vaga disse que ele foi assassinado e ela viu tudo!

Em 2007, a atriz, cantora e vedete Virgínia Lane, nascida no dia 28 de fevereiro de 1920, no Rio de Janeiro, e reconhecida como "A Vedete do Brasil", fez surpreendente e bombástica revelação sobre a morte do ex-presidente do Brasil, o gaúcho Getúlio Dornelles Vargas, que, com certeza, muda a história política do Brasil a partir de 24 de agosto de 1954, data em que o Presidente da República, tido como "O Pai dos Pobres", foi assassinado, ao contrário do que conta a "história oficial" ensinada nos livros e nas escolas, que afirma que Getúlio Vargas se "suicidou" com um tiro no peito. Na versão contada por Virgínia Lane, Getúlio foi assassinado por quatro homens encapuzados e, sob a suspeita de que o mandante teria sido o então governador do Rio de Janeiro e dono do jornal "A Tribuna da Imprensa", Carlos Lacerda.

A nova versão da triste noite em que morreu o presidente Getúlio Vargas, feita pela verdete, atraiu não a imprensa nacional para cobrar dos agentes do atual governo e Senado para levantar uma equipe da PF, Exercito, ABin e historiadores a fim de apurar se tem veracidade tal informação, sobre a tragédia brasileira guardada sob asas das águias no antigo palácio da República, no bairro do Flamengo, coração do Rio de Janeiro. Pode até ser uma versão fantasiosa, mas dá um belo novo roteiro e promove a veterana atriz na mídia, enquanto lança mais mistérios na morte do presidente. Afinal, Vargas teria sido morto ou teria se suicidado, como diz a história do Brasil?

"Getúlio Vargas foi assassinado. Eu estava na cama com ele. Entraram quatro mascarados e atiraram no presidente. Getúlio Vagas mandou o (segurança) Gregório me atirar pela janela (para me proteger). Fraturei costela e braços. Vou contar isto no meu livro de memórias, que está no prelo. Eu morro, dizendo a verdade…", declarou a vedette Virgínia Lane, 87 anos, em entrevista à rádio Globo, mas morreu no dia 10 de fevereiro deste ano com infecção urinária e não lançou este polêmico livro.

A época da entrevista, cercada de lembranças na casa em que vivia em Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, Virgínia Lane, emocionava-se ao pensar em Getúlio Vargas, 53 anos após a morte do presidente. Não são recordações apenas de uma fã. Segundo a ex-vedette conta, durante 15 anos ela e o mais controvertido dos chefes de estado do Brasil tiveram um romance. "O presidente gaúcho era romântico, gostava de serenatas e costumava presentear-me com orquídeas brancas. Gostei imensamente dele e do meu segundo marido, Ganio Ganeff. Foram meus dois grandes amores", afirma ela e adiante, enfatiza: "Com Getúlio pode não ter sido um amor eloquente. Mas foi um amor muito sensível. Getúlio era barrigudinho, baixinho, mas não tinha problema, pelo homem que ele era. Gostei dele desinteressadamente. A família Vargas sabia do romance, inclusive a mulher dele, dona Darci. Vou contar tudo em meu diário."

5 de janeiro de 2016

Os alienígenas existem sim e que já estão entre nós...




Sempre que o assunto envolve seres extraterrestres e a NASA, diversas polêmicas são levantadas dos mais crédulos aos mais céticos. Como já listamos aqui no Mega Curioso, até o ex-ministro de Defesa do Canadá já admitiu que os alienígenas existem sim e que já estão entre nós há um bom tempo. Mas há quanto tempo precisamente? De acordo com novas informações, eles já podem estar aqui há mais de 50 anos.


O ufólogo Scott Warning fez uma declaração um tanto polêmica ao analisar imagens que foram registradas na década de 60, na missão do Projeto Mercury. Em postagens no blog de Warning, o ufólogo diz que os alienígenas estão atentos a todos os movimentos dos seres humanos no espaço. Na publicação, ele diz o seguinte:


“Eu encontrei um disco voador em algumas fotos da missão do Projeto Mercury. A missão ocorreu em dezembro de 1960, e por que motivo os alienígenas não estariam interessados em assistir um momento histórico na história da humanidade? Especialmente por que a primeira cápsula não foi tripulada e eles não tinham preocupações em serem vistos. O que vemos no fundo da imagem é a Terra e o UFO está no espaço observando a cápsula Mercury...”, diz Warning.

29 de abril de 2015

Os três últimos desejos de Alexandre, o grande

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus três últimos desejos:

1 - que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2 - que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas...);

3 - que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões. Alexandre explicou:

1 - Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;

2 - Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3 - Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos..

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